Com o passar do tempo, a História encarrega-se de acomodar os acontecimentos no seu merecido lugar atribuindo-lhes
a importância que realmente têm e não a que os homens seus contemporâneos lhes outorgaram há data dos mesmos.
10.jan.2011 Monteiro deQueiroz


10 citações de Che Guevara que a esquerda prefere não falar

1. “Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos! Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”

2. “O ódio cego contra o inimigo cria um impulso forte que quebra as fronteiras de naturais das limitações humanas, transformando o soldado em uma eficaz máquina de matar, seletiva e fria. Um povo sem ódio não pode triunfar contra o adversário.”

3. “Para mandar homens para o pelotão de fuzilamento, não é necessário nenhuma prova judicial... Estes procedimentos são um detalhe arcaico burguês. Esta é uma revolução!”

4. “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar motivado pelo puro ódio. Nós temos que criar a pedagogia do Paredão!” (O Paredão é uma referência para a parede onde os inimigos de Che eram mortos por seus pelotões de fuzilamento).


5. “Eu não sou o Cristo ou um filantropo, velha senhora, eu sou totalmente o contrário de um Cristo … eu luto pelas coisas em que acredito, com todas as armas à minha disposição e tento deixar o outro homem morto, de modo que eu não seja pregado numa cruz ou qualquer outro lugar.”

6. “Se qualquer pessoa tem qualquer coisa boa para dizer sobre o governo anterior, para mim é bom o suficiente matá-la.”

7. Che queria que o resultado da crise dos mísseis em Cuba fosse uma guerra atômica. “O que nós afirmamos é que devemos proceder ao longo do caminho da libertação, mesmo que isso custe milhões de vítimas atômicas”.

8. “Na verdade, se o próprio Cristo estivesse no meu caminho eu, como Nietzsche, não hesitaria em esmagá-lo como um verme.”

9. “Deixe-me dizer, correndo o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de amor.”

10. “É muito triste não ter amigos, mas é ainda mais triste não ter inimigos.”

Tradução por Emerson de Oliveira. Publicado originalmente em I Hate The Media! [https://www.ihatethemedia.com/]

por Portal Conservador
Publicado há 8 anos
in https://portalconservador.com/10-citacoes-de-che-guevara-que-a-esquerda-prefere-nao-falar/ [c.7.jul.2020]

China mata 90 mil prisioneiros por ano para doação de órgãos, diz tribunal

China mata 90 mil prisioneiros por ano para doação de órgãos, diz tribunal

 terça-feira, 23/07/2019, 17:50 - Atualizado em 30/01/2020, 15:33 -  Autor: null


Tribunal internacional denuncia o tráfico de órgãos humanos na China
 Tribunal internacional denuncia o tráfico de órgãos humanos na China | (Reprodução)


Estudos que acabaram de ser concluído e divulgado  na última segunda-feira (17) em Londres, Inglaterra, por um tribunal internacional independente. Os levantamentos revelaram que a China está matando prisioneiros para retirar seus órgãos. A maioria das vítimas são detidas do movimento religioso chamado "Falun Gong".

Pessoas protestam contra a atitude
Pessoas protestam contra a atitude
Algumas investigações sobre o envolvendo o tráfico internacional de órgãos humanos na China já havia sido denunciado e noticiado pelo site "Opinião Critica". Mas agora o parlamento britânico denuncia a extração forçada de órgãos sem anestesia.

"chineses que estão presos por causa da maneira como buscam a Deus, ou adoram a Deus, e o governo chinês se sente ameaçado por isso. Então eles estão matando esses prisioneiros e estão colhendo seus órgãos internos para obter lucro", disse Gary Bauer, membro da organização da Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional.

A China diz que parou de recolher os órgãos de prisioneiros executados há cerca de cinco anos, o governo afirmou ainda que as alegações estão sendo usadas para propaganda política contra o país comunista. Mas o tribunal da China sugere que a extração de órgãos ainda está acontecendo. 

Em 26 de março desse ano, foi realizado um debate intitulado “Extração forçada de órgãos de pessoas vivas na China” na Câmara do Parlamento Britânico. Vários parlamentares de várias partes expressaram sua raiva e preocupação com os crimes de extração forçada de órgãos, organizada pelo Estado, na China.

Baseado em evidências, investigadores de direitos humanos e o Tribunal da China, concluiu de modo unânime, em dizer que “foi praticado a extração forçada de órgãos no país”.

De acordo com o site “The Guardian”, a denúncia contraria a posição oficial do governo chinês. Os trabalhos do tribunal foram iniciados pela Coalizão Internacional para acabar com o abuso de transplantes e seus membros, entre eles especialistas em medicina. 

O tribunal ouviu relatos de extração de rins de prisioneiros executados desde os anos 1970. A maioria das evidências, no entanto, veio de 2000 em diante. Os relatos dão conta de que os presos ligados a minorias são submetidos a constantes exames médicos e de saúde.

Cerca de 90 mil cirurgias de transplante são realizadas anualmente na China, segundo o tribunal. Até o momento a alta cúpula chinesa não se pronunciou sobre as denuncias.

Pessoas protestam contra a atitude
Tribunal internacional denuncia o tráfico de órgãos humanos na China | (Reprodução)
Tribunal internacional denuncia o tráfico de órgãos humanos na China
Tribunal internacional denuncia o tráfico de órgãos humanos na China | (Reprodução)
https://www.diarioonline.com.br/noticias/mundo-noticias/530533/china-mata-90-mil-prisioneiros-por-ano-para-doacao-de-orgaos-diz-tribunal, [10.mai.2020]

Apelo para a Igreja e para o mundo

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Apelo para a Igreja e para o mundo


Veritas liberabit vos.
Jo 8, 32

Num momento de grave crise, nós, Pastores da Igreja Católica, em virtude do nosso mandato, consideramos que é nosso dever sagrado dirigir um Apelo aos Nossos Irmãos no Episcopado, ao Clero, aos Religiosos, ao Povo santo de Deus e a todos os homens de boa vontade. Este Apelo é subscrito também por intelectuais, médicos, advogados, jornalistas e profissionais que concordam com o seu conteúdo, e é aberto à subscrição de quantos desejem fazê-lo.     

Os factos demonstraram que, com o pretexto da epidemia do COVID-19, se chegou, em muitos casos, a violar os direitos inalienáveis 
​​dos cidadãos, limitando, de modo desproporcional e injustificado, as suas liberdades fundamentais, entre as quais o exercício da liberdade de culto, de expressão e de movimento. A saúde pública não deve e não pode tornar-se um álibi para desprezar os direitos de milhões de pessoas em todo o mundo, e muito menos para que a Autoridade civil negligencie o seu dever de agir com sabedoria para o bem comum; isto é ainda mais verdadeiro à medida que crescem as dúvidas, levantadas por diversas partes, sobre a efectiva contagiosidade, perigosidade e resistência do vírus: muitas vozes autorizadas do mundo da ciência e da medicina confirmam que o alarmismo sobre o COVID-19, por parte dos media, não parece absolutamente justificado.             

Temos razões para crer, com base nos dados oficiais relativos à incidência da epidemia no número de mortes, que existem poderes interessados 
​​em criar pânico entre a população com o único objectivo de impor permanentemente formas de inaceitável limitação das liberdades, de controlo de pessoas, de rastreamento das suas deslocações. Estes métodos de imposição arbitrária são um prelúdio perturbador da criação de um Governo Mundial isento de qualquer controlo.           

Acreditamos também que, em algumas situações, as medidas de contenção adoptadas, incluindo o encerramento das actividades comerciais, determinaram uma crise que prostrou sectores inteiros da economia, favorecendo a interferência de poderes estrangeiros, com graves repercussões sociais e políticas.            

Estas formas de engenharia social devem ser impedidas por aqueles que têm responsabilidades governamentais, adoptando as medidas destinadas a proteger os seus cidadãos, de quem são representantes e em cujo interesse têm uma séria obrigação de agir. Da mesma forma, ajude-se a família, célula da sociedade, evitando penalizar injustificadamente as pessoas débeis e os idosos, forçando-os a dolorosas separações dos seus entes queridos. A criminalização dos relacionamentos pessoais e sociais também deve ser julgada como parte inaceitável do plano daqueles que promovem o isolamento dos indivíduos, a fim de melhor manipulá-los e controlá-los.    

Pedimos à comunidade científica que esteja atenta para que os tratamentos para o COVID-19 sejam promovidos com honestidade para o bem comum, evitando escrupulosamente que interesses iníquos influenciem as escolhas dos governantes e dos organismos internacionais. Não é razoável penalizar medicamentos que se mostraram eficazes, geralmente baratos, apenas porque se pretendem privilegiar tratamentos ou vacinas que não são igualmente válidas, mas que garantem às empresas farmacêuticas lucros muito maiores, agravando as despesas da saúde pública. Recordamos igualmente, como Pastores, que, para os Católicos, é moralmente inaceitável tomar vacinas nas quais seja usado material proveniente de fetos abortados.  

Do mesmo modo, pedimos aos Governantes que estejam vigilantes para que sejam rigorosamente evitadas as formas de controlo dos cidadãos, seja através de sistemas de rastreamento, seja com qualquer outra forma de localização: a luta contra o COVID-19, por mais grave que seja, não deve ser o pretexto para favorecer intenções pouco claras de entidades supranacionais que têm fortíssimos interesses comerciais e políticos neste plano. Em particular, deve ser dada a possibilidade aos cidadãos de recusarem estas limitações da liberdade pessoal, sem impor qualquer forma de penalização para aqueles que não pretendem fazer uso de vacinas, métodos de rastreamento e de qualquer outro instrumento análogo. Considere-se também a óbvia contradição em que se encontram aqueles que adoptam políticas de redução drástica da população e, ao mesmo tempo, se apresentam como salvadores da humanidade sem terem legitimidade alguma, seja política ou social. Finalmente, a responsabilidade política de quem representa o povo não pode absolutamente ser confiada a técnicos que até reivindicam para si mesmos formas de imunidade penal no mínimo inquietantes.          

Apelamos energicamente a que os meios de comunicação se empenhem activamente para uma exacta informação que não penalize a discordância, recorrendo a formas de censura, como está a acontecer amplamente nas redes sociais, na imprensa e na televisão. A exactidão da informação exige que seja dado espaço a vozes que não estejam alinhadas com o pensamento único, permitindo aos cidadãos que avaliem conscientemente a realidade, sem serem fortemente influenciados por intervenções parciais. Um confronto democrático e honesto é o melhor antídoto para o risco de impor subtis formas de ditadura, presumivelmente piores do que aquelas que a nossa sociedade viu nascer e morrer no passado recente.           

Recordamos, por último, como Pastores responsáveis 
​​pelo Rebanho de Cristo, que a Igreja reivindica firmemente a própria autonomia no governo, no culto, na pregação. Estas autonomia e liberdade são um direito inato que Nosso Senhor Jesus Cristo lhe concedeu para a prossecução das finalidades que lhe são próprias. Por este motivo, como Pastores, reivindicamos firmemente o direito de decidir autonomamente sobre a celebração da Missa e dos Sacramentos, assim como pretendemos absoluta autonomia nos assuntos que sejam da nossa imediata jurisdição, como as normas litúrgicas e os métodos de administração da Comunhão e dos Sacramentos. O Estado não tem direito algum de interferir, por qualquer motivo, na soberania da Igreja. A colaboração da Autoridade Eclesiástica, que nunca foi negada, não pode implicar, por parte da Autoridade Civil, formas de proibição ou de limitação do culto público ou do ministério sacerdotal. Os direitos de Deus e dos fiéis são a lei suprema da Igreja, que esta não pretende, nem pode, derrogar. Pedimos que sejam eliminadas as limitações à celebração pública dos serviços religiosos.                           

Convidamos as pessoas de boa vontade a não se esquivarem do seu dever de cooperarem para o bem comum, cada um segundo o próprio estado e as próprias possibilidades e em espírito de fraterna Caridade. Tal cooperação, desejada pela Igreja, não pode, contudo, prescindir nem do respeito pela Lei natural, nem da garantia das liberdades dos indivíduos. Os deveres civis, aos quais os cidadãos estão vinculados, implicam o reconhecimento, por parte do Estado, dos seus direitos.                               

Somos todos chamados a uma avaliação, coerente com o ensinamento do Evangelho, dos factos presentes. Isto implica uma escolha de campo: ou com Cristo ou contra Cristo. Não nos deixemos intimidar nem assustar por aqueles que nos fazem crer que somos uma minoria: o Bem é muito mais difundido e poderoso do que aquilo que o mundo nos quer fazer crer. Estamos a lutar contra um inimigo invisível, que separa os cidadãos entre si, os filhos dos pais, os netos dos avós, os fiéis dos seus pastores, os estudantes dos professores, os clientes dos vendedores. Não permitamos que, com o pretexto de um vírus, se apaguem séculos de civilização cristã, instaurando uma odiosa tirania tecnológica na qual pessoas sem nome e sem rosto possam decidir o destino do mundo, confinando-nos a uma realidade virtual. Se este é o plano a que se pretendem curvar os poderosos da terra, saibam que Jesus Cristo, Rei e Senhor da História, prometeu que «as portas do Abismo nada poderão» (Mt 16, 18).                          

Confiamos os Governantes e aqueles que regem o destino das Nações a Deus Omnipotente, para que os ilumine e os guie nestes momentos de grande crise. Lembrem-se de que, tal como a Nós, Pastores, o Senhor julgará pelo rebanho que nos confiou, também julgará os Governantes pelos povos de que têm o dever de defender e governar.                        

Peçamos com fé ao Senhor para proteger a Igreja e o mundo. A Virgem Santíssima, Auxílio dos Cristãos, possa esmagar a cabeça da antiga Serpente e derrotar os planos dos filhos das trevas.                      

8 de Maio de 2020
Santíssima Virgem do Rosário de Pompeia


SUBSCRITORES INICIAIS

PRELADOS E SACERDOTES

D. Carlo Maria Viganò, Arcebispo, Núncio Apostólico    
Card. Joseph Zen Ze-kiun, Bispo emérito de Hong Kong          
Card. Janis Pujats, Arcebispo emérito di Riga    
Card. Gerhard Ludwig Müeller, Prefeito emérito da Congregação para a Doutrina da Fé         
D. Luigi Negri, Arcebispo emérito de Ferrara-Comacchio         
D. Joseph Strickland, Bispo de Tyler, Texas          
D. Thomas Peta, Arcebispo Metropolitano de Maria Santíssima em Astana
D. Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar de Maria Santíssima em Astana   
D. Jan Pawel Lenga, Arcebispo emérito de Karaganda   
D. Rene Henry Gracida, Bispo emérito de Corpus Christi         
D. Andreas Laun, Bispo Auxiliar emérito de Salzburgo
D. Robert Muetsaerts. Bispo Auxiliar de Den Bosch 

P. Serafino Lanzetta, Teólogo 
P. Alfredo Maria Morselli, Teólogo   
P. Curzio Nitoglia, Teólogo    
P. Guy Pagès
P. Frank Unterhalt, Communio Veritatis
P. Albert Engelmann, director editorial Der Dreizehnte 
P. José Arantes de Andrade, Arquidiocese de Braga       

JORNALISTAS, ESCRITORES, EDITORES

Dr. Aldo Maria Valli, jornalista
Dr. Magdi Cristiano Allam, escritor  
Dr. Giulio Meotti, jornalista    
Dr. Marco Tosatti, jornalista   
Claudio Messora, director de Byoblu.com  
Dr. Robert Moynihan, escritor e jornalista 
Dr. Cesare Sacchetti, jornalista
Prof. Giorgio Nicolini, director de Tele Maria       
Michael J. Matt, editor de The Remnant    
John-Henry Westen, co-fundador, editor-chefe de LifeSiteNews.com         
Vittoria Alliata di Villafranca, jornalista e escritora        
Maria Guarini, editora  
Prof. Francesco Lamendola     
António Carlos de Azeredo, editor         
José Narciso Pinto Soares, conselheiro editorial       
Massimo Rodolfi, escritor e editor Draco Edizioni    
Riccardo Zenobi, escritor  
Danilo Quinto, escritor 
Jeanne Smits, jornalista
Olivier Figueras, jornalista        
Pascal Bernardin, escritor         

Médicos, virologistas, imunologistas, investigadores

Dr. Stefano Montanari, director científico do laboratório Nanodiagnostics Modena
Dr.ª Antonietta Gatti, responsável de investigação do laboratório Nanodiagnostics Modena  
Prof. Alessandro Meluzzi, psiquiatra
Dr.ª Anna Rita Iannetti, médica de prevenção, PNEI e medicina bio integrada  
Dr. Mariano Amici, médico-cirurgião
Dr.ª Rosa Maria Roccaforte, cardiologista     
Dr.ª Silvana De Mari, médica 
Dr.ª Maria Grazia Sordi, psicóloga   
Dr. Roberto Marrocchesi, nutricionista       
Dr. Mario Sinisi   

Magistrados e advogados  

Dr. Robert Francis Kennedy Jr
Dr. Angelo Giorgianni, magistrado   
Dr. João Freire de Andrade, jurista  
Dr. Francesco Fontana, advogado     
Dr. Luigi Valenzise, advogado
Dr. Fabio Candalino, advogado          
Dr. Claudio Ademollo
Dr. Luca Di Fazio, advogado     

Dr. Massimo Meridio, advogado        
Dr. Gianni T. Battisti, advogado        
Dr. Piero Peracchio, advogado
Dr.ª Paola Bragazzi, advogada
Dr. Luís Freire de Andrade, advogado         
Dr. Heitor A. Buchaul, advogado       
Dr. Maître André Bonnet, advogado   

Dr. Massimo Ronchi, advogado

Professores, docentes e profissionais

Prof. Vittorio Sgarbi, crítico de arte e ensaísta   
Serge Abad-Gallardo, arquitecto DPLG e escritor
Prof. Matteo D’Amico    
Prof.ª Mafalda Miranda Barbosa, Universidade de Coimbra   
Prof.ª Francesca Maimone      
Prof. Martino Mora, filósofo   
Prof. Massimo Viglione, historiador e ensaísta     
Prof.ª Elisabetta Sala, professora e escritora         
Eng.º Alessandro Peracchio     
Dr. Luca Scantamburlo 
Prof.ª Rosa Maria Bellarmino
Steven Mosher, presidente do Population Research Institute 
Prof. Ibsen Noronha, Universidade de Coimbra   
Eng.º Amadeu Teixeira Fernandes
Dr. José Filipe Sepúlveda da Fonseca          
Dr. Alfonso Martone   
Dr. Luís Ferrand d’Almeida, tradutor
Dr. Fabrizio Giudici
Dr. Antonio Marcantonio
Eng.º Roberto Imparato
Guillaume Bernard, historiador do Direito
Dr. Philippe Pichot Bravard, historiador do Direito
Prof. Reynald Secher, historiador
Olivier Valette, escritor
Jean-Pierre Maugendre, Rennaissance Catholique
Diogo de Campos, tradutor

Emeterio Ferrés Arrospide        

Associações

Associação Ora et Labora in Difesa della Vita – Presidente Giorgio Celsi
Associação Liberté politique – Presidente François Billot de Lochner
Associação Atman – Presidente Manuela Baccin  
Associação Riprendiamoci Il Pianeta – Presidente Magda Piacentini
Movimento 3V – Vaccini Vogliamo Verità – Secretário Luca Teodori           
Associação Libera Scelta – Presidente Alessandra Bocchi         
Associação Iustitia in Veritate – Directores
Associação Una Vox – Presidente Calogero Cammarata
Comitato Famiglia e Vita – Presidente Franco Rebecchi
Confederazione dei Triarii        
AURET, Autismo, Ricerca e Terapie – Presidente Dr. Roberto Mastalia      
Associação Vita al Microscopio – Presidente Nino Ferri
Texas Right to Life – Jim Graham     
Cleveland Right to Life – Molly Smith          

O APELO PODE SER SUBSCRITO AQUI!


Tradução e coordenação nacional a cargo de Dies Iræ
http://www.diesirae.pt/2020/05/apelo-para-igreja-e-para-o-mundo.html, [10.mai.2020]

Bento XVI queixa-se de que o querem "silenciar"

Bento XVI queixa-se de que o querem "silenciar"

Numa nova biografia autorizada, publicada esta segunda-feira na Alemanha, o papa emérito compara ainda o casamento homossexual ao "anticristo".

DN/AFP
04 Maio 2020 — 18:51


O papa emérito Bento XVI, conhecido pelas suas posições tradicionalistas, alega que os seus opositores querem calar a sua voz e volta a criticar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, que compara ao "anticristo", numa nova biografia autorizada publicada nesta segunda-feira na Alemanha.


Joseph Ratzinger, de 93 anos, alega ser vítima de uma "distorção maligna da realidade" no livro que recebeu o título Bento XVI - Uma Vida e que inclui várias entrevistas, de acordo com os excertos publicados pela imprensa alemã e pela agência de notícias DPA.


"O espetáculo de reações vindas da teologia alemã é tão equivocado e mal-intencionado que eu prefiro não falar sobre isto", afirma Bento XVI, que abdicou de ser papa em 2013, um cargo para o qual tinha sido eleito em 2005. "Prefiro não analisar as razões reais pelas quais as pessoas desejam silenciar a minha voz", completa.


Na Alemanha, onde a Igreja Católica é liderada por clérigos considerados reformistas, Ratzinger é criticado com frequência por causa das suas opiniões sobre o islão ou questões sociais.


O papa emérito é também acusado de tentar minar a modernização levada a cabo pelo seu sucessor, o papa Francisco.


No livro, Ratzinger afirma, no entanto, que tem boas relações com o atual pontífice. "A amizade pessoal com o papa Francisco não apenas persistiu, como cresceu."


Em fevereiro, Bento XVI viu-se envolvido numa polémica no Vaticano quando o seu secretário particular foi afastado da equipa mais próxima do papa Francisco.


A decisão foi tomada após a publicação de um livro assinado pelo papa emérito e o cardeal ultraconservador guineense Robert Sarah, no qual defendiam o celibato dos padres.


Alguns consideraram o livro uma tentativa de interferência no pontificado do papa Francisco e, inclusive, um manifesto da ala tradicionalista da Igreja.


Após 48 horas de polémica, Bento XVI pediu a retirada de seu nome da capa do livro, da introdução e das conclusões.


Na biografia publicada nesta segunda-feira, Bento XVI reitera a oposição ao casamento homossexual, afirmando que vê neste a obra do "anticristo", uma força maléfica que procura substituir Jesus Cristo.


"Há um século seria considerado absurdo falar sobre casamento homossexual. Hoje, quem se opõe a ele é excomungado da sociedade", afirma. "Acontece a mesma coisa com o aborto e a criação de vida humana em laboratório", completa.


De acordo com o papa emérito, "a verdadeira ameaça para a Igreja é a ditadura mundial de ideologias que se pretendem humanistas".


https://www.dn.pt/mundo/bento-xvi-queixa-se-de-que-o-querem-silenciar-12151366.html, [10.maio.2020]

Terrorismo comunista

Terrorismo comunista

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Terrorismo comunista é o terrorismo praticado por grupos que aderem ao comunismo ou a ideologias relacionadas como o leninismo, o maoísmo ou o marxismo-leninismo durante o avanço dos mesmos. Ao longo da história, o terrorismo comunista tomou a forma de terrorismo de Estado, apoiado por Estados comunistas como a União Soviética,[1] [2] China,[2] Coreia do Norte [2] e Camboja.[3] Além disso, atores não-estatais, como as Brigadas Vermelhas, a Prima Linea e a Fração do Exército Vermelho, também se engajaram no terrorismo comunista.[4] [5] Esses grupos esperam inspirar as massas a se levantarem e iniciarem revoluções para derrubar os sistemas políticos e econômicos existentes.[6] Essa forma de terrorismo pode às vezes ser chamada de terrorismo vermelho ou terrorismo de esquerda.[7]

Acredita-se que o fim da Guerra Fria e a dissolução da União Soviética levaram a uma diminuição acentuada dessa forma de terrorismo.[8] Brian Crozier, fundador e diretor do Institute for the Study of Conflict,[9] afirmou que o comunismo foi a fonte primária do terrorismo estatal e não estatal.[10]

História

Nos anos 1930, o termo "terrorismo comunista" foi usado pelo NSDAP (Partido Nazista Alemão) como parte de uma campanha de propaganda para espalhar o medo do comunismo. Os nazistas culparam o terrorismo comunista pelo incêndio do Reichstag, usado como pretexto para aprovar legislações que abolissem as liberdades individuais dos cidadãos alemães.[11][necessário esclarecer] [12] Nos anos 1940 e 1950, vários países do sudeste asiático, como as Filipinas e o Vietnã testemunharam o surgimento de grupos comunistas engajados no terrorismo. John Slocum escreveu que os comunistas na atual Malásia usavam o terrorismo para chamar a atenção para suas crenças ideológicas,[13] mas Phillip Deery escreveu que os insurgentes da Malásia eram chamados de terroristas comunistas apenas como parte de uma campanha de propaganda.[14]

Na década de 1960, a ruptura China-URSS levou a um aumento acentuado da atividade terrorista na região.[15] Naquela década, também vários grupos terroristas começaram a operar na Europa, no Japão e nas AméricasYonah Alexander definiu estes grupos como FCO's (Fighting Communist Organizations - "organizações comunistas de luta"),[16] [17] e declara que o movimento estudantil sindical, protestando contra a Guerra do Vietnã, foi a origem destes. Na Europa Ocidental, as ações desses grupos eram conhecidas como Euroterrorismo.[18] Os fundadores das FCO's argumentavam que a violência era necessária para alcançar seus objetivos, e que o protesto pacífico era ineficaz e insuficiente para alcançá-los.[19] [20] Nos anos 1970, havia cerca de 50 grupos marxistas ou leninistas operando na Turquia, e estimados 225 grupos operando na Itália. Grupos também iniciaram operações na Irlanda e no Reino Unido.[21] Esses grupos foram considerados uma grande ameaça pela OTAN e pelos governos italiano, alemão e britânico.[22] O terrorismo comunista não gozava de total apoio de todos os grupos ideologicamente alinhados. O PCI (Partido Comunista Italiano), por exemplo, condenou tal atividade.[23]

Cenário

Enquanto Vladimir Lenin denunciava sistematicamente o terrorismo praticado pelos SR's (socialistas revolucionários e se opunha ao regicídio, ele também apoiava o terror como uma ferramenta, e considerava o terror em massa como um método estratégico e eficiente para o avanço dos objetivos revolucionários.[24] De acordo com Leon Trótski, Lenin enfatizou a absoluta necessidade do terror e já em 1904, disse: "Sem a coerção jacobina, ditadura do proletariado é uma expressão absolutamente sem sentido."[25] Em 1905, Lenin orientou membros do "Comitê de Combate" de São Petersburgo a cometerem atos de rouboincêndio criminoso e outros atos terroristas.[26]

Nem todos os estudiosos concordam com a posição de Lenin em relação ao terrorismo. Joan Witte afirma que ele se opunha à prática, exceto quando foi exercida PCUS (Partido Comunista da União Soviética) e pelo Exército Vermelho depois de 1917.[26] Ela também sugere que ele se opunha ao uso do terrorismo como um ato irracional, mas endossou seu uso para promover a revolução comunista.[26] Chaliand e Blin afirmam que Lenin defendia o terror em massa, mas se opunha a atos desordeiros, desorganizados ou insignificantes de terrorismo.[24] De acordo com Richard Drake, Lenin abandonara qualquer relutância em usar táticas terroristas em 1917, acreditando que toda a resistência à revolução comunista deveria ser atingida com força máxima. Drake afirma que a intenção terrorista no programa de Lenin foi inconfundível, como reconhecido por Trótski em seu livro Terrorismo e Comunismo, publicado em 1918.[27] [28] No livro, Trótski forneceu uma justificativa elaborada para o uso do terror, afirmando que "o homem que repudia o terrorismo em princípio, isto é, repudia medidas de supressão e intimidação contra uma contrarrevolução determinada e armada, deve rejeitar todas as idéias da supremacia política da classe trabalhadora e sua ditadura revolucionária".[25] A justificativa de Trótski baseia-se em uma crítica ao uso do termo "terrorismo" para descrever toda a violência política em nome da esquerda, mas não da violência política igualmente perversa realizada por facções liberais ou reacionárias.[29] Estudiosos da esquerda argumentam que, embora seja uma questão de registro histórico que movimentos comunistas às vezes empregam violência, o rótulo de "terrorismo" é desproporcionalmente usado em fontes da mídia ocidental para se referir a toda violência política empregada pela esquerda, enquanto táticas violentas empregadas pelos Estados Unidos e seus aliados continuam sem escrutínio.[30] [31] Um fenômeno semelhante é também visível no que diz respeito ao terrorismo islâmico.[32]

Exemplos

África do Sul

Durante a era do Apartheid na África do Sul, o governo do NP (Nasionale Party - Partido Nacional africânder) considerou o CNA (Congresso Nacional Africano) e seu braço militar Umkhonto we Sizwe, como terroristas comunistas.[33] Como resultado, uma série de leis foram introduzidas pelo governo, como o Suppression of Communism Act, (lei de supressão do comunismo), que definiu e proibiu organizações e pessoas que o governo considerava comunistas. Em 1967, o governo promulgou a lei antiterrorismo, conferindo aos atos terroristas status de crime e estabelecendo a detenção por tempo indeterminado, sem julgamento, contra aqueles que fossem capturados.[33]

Brasil

What you need, man, is a revolution like mine. ("O que você precisa, cara, é de uma revolução como a minha."): Fidel Castro aconselhando o Brasil, enquanto conduz Cuba acorrentada. Charge de Edmund S. Valtman, publicada em 31 de Agosto de 1961 e ganhadora do Prêmio Pulitzer no ano seguinte.[34]
Dano provocado pelo atentado à Catedral de Sveta-Nedelya.

ditadura militar brasileira (assim como o atual governo do Brasil[35] classificou os grupos de resistência armada ao regime militar, durante as décadas de 1960-1970, como terroristas.[36] Nações comunistas ofereceram apoio à luta armada brasileira, tanto militar quanto financeira.[37]

China e Cuba davam treinamento em guerrilha, para militantes da esquerda política brasileira, desde o início dos anos 1960.[38] O ex ministro da Casa CivilJosé Dirceu e a ex presidente da república, Dilma Roussef, receberam este treinamento (ele declara ter sido treinado por cubanos e ela não revela o país onde realizou seu curso de guerrilha).[39] A Coreia do Norte financiou e treinou brasileiros para a luta armada.[37] Por meio da Rádio Tirana, a Albânia forneceu apoio propagandístico [40] [41] enquanto a União Soviética, através da Liga Comunista Leninista da Juventude de Toda a União (Komsomol), fazia doutrinação ideológica.[38] [42]

Segundo Luiz Felipe Pondé e Fernando Gabeira, o movimento guerrilheiro na realidade, não lutava por democracia e sim, para implantar uma ditadura comunista no Brasil.[43] [44] Militante ativo da luta armada durante o regime militar, Gabeira afirmou que: "(...) no caso da Dilma, existem diferenças na apreciação do que foi a nossa atuação (...) queríamos uma ditadura do proletariado (...) A luta armada não estava visando a democracia."[43] Estima-se que em torno de 120 pessoas foram assassinadas pela resistência armada da esquerda.[45] [46]

Bulgária

atentado contra a Catedral de Sveta-Nedelya (Sófia16 de Abril de 1925) foi cometido por integrantes do БКП - Българска комунистическа партия (PCB - Partido Comunista Búlgaro). Os terroristas explodiram o telhado da catedral, durante o funeral do general Konstantin Georgiev, assassinado em 14 daquele mesmo mês pelos comunistas.[47] 150 pessoas foram mortas e cerca de 500 ficaram feridas.[47]

Camboja (Kampuchea Democrático)

Ver artigo principal: Genocídio cambojano

genocídio cometido pelo Khmer Vermelho no Camboja (rebatizado Kampuchea Democrático pelo regime) que levou à morte de cerca de 1,7 milhão a 2,5 milhões de pessoas, foi descrito como um ato de terrorismo por Joseph S. Tuman.[48]

China

Benjamin A. Valentino estimou que as atrocidades cometidas tanto pelo governo nacionalista (Kuomintang) quanto pelos comunistas (Partido Comunista da China) durante a Guerra Civil Chinesa resultaram na morte de entre 1,8 milhão e 3,5 milhões de pessoas entre 1927 e 1949.[49] No final da década de 1940, o Departamento de Estado dos Estados Unidos informou que, após a Segunda Guerra Mundial, o terrorismo comunista - incluindo pilhagemmassacres e conscrição (alistamento forçado) em milícias - na China superou os crimes de guerra do Japão Imperial.[50]

Filipinas

Ver artigo principal: Novo Exército Popular

O NPA (New People's Army - Novo Exército Popular), fundado em 1969, foi descrito como o terceiro maior grupo terrorista operando nas Filipinas. O grupo realizou ataques entre 1987 e 1992 antes de suspender temporariamente suas atividades. Entre 2000 e 2006, realizaram mais 42 ataques.[51]

Rodésia

Na década de 1970, durante a Guerra Civil da Rodésia (rebatizada Zimbabwe em 1980), os grupos guerrilheiros que atuavam no país eram considerados terroristas comunistas pelo governo. Estes grupos receberam armamento e apoio financeiro de numerosos países comunistas, e treinamento em vários destes, incluindo a União Soviética, a China e Cuba. Ambos os exércitos de guerrilha envolvidos na guerra - o ZIPRA (Exército Revolucionário do Povo do Zimbabwe) da ZAPU (União do Povo Africano do Zimbabwe) e o ZANLA (Exército de Libertação Nacional Africano do Zimbabwe), ligado à ZANU (União Nacional Africana do Zimbabwe) - basearam-se inicialmente na área de Lusaka, na Zâmbia, de modo a estar a pouca distância da Rodésia.[52] A ZANU e a ZANLA mudaram as suas bases para a Tete, em Moçambique, por volta de 1972, e lá se instalaram até ao final da guerra, em 1979. A ZIPRA permaneceu baseada na Zâmbia. De acordo com a ideologia maoísta professada por sua organização matriz, a ZANU e a ZANLA usaram táticas maoístas chinesas com grande efeito, politizando a população rural e escondendo-se entre os habitantes locais durante greves.[53] Enquanto a ZIPRA conduziu operações similares em menor grau, a maioria de seus homens formava um exército de estilo convencional na Zâmbia, que foi treinado por oficiais cubanos e soviéticos para eventualmente invadir a Rodésia e se envolver abertamente em combate contra as Rhodesian Security Forces (forças armadas do país). Isso no final nunca aconteceu.[54]

União Soviética

Depois da Revolução Russa de 1917, o uso do terrorismo para subjugar a sociedade caracterizou o novo regime comunista.[55] A historiadora Anna Geifman afirmou que isso era "evidente nas próprias origens do regime". Estima-se que 17.000 pessoas morreram como resultado da campanha inicial de violência conhecida como o Terror Vermelho.[56] Lenin afirmou que seu "Partido jacobinista nunca rejeitaria o terror, nem poderia fazê-lo", referindo-se ao reino de Terror Jacobinista de 1793-1794 como um modelo para o Terror Vermelho Bolchevique.[57] Félix Dzerjinsky, fundador da Tcheka (a polícia secreta soviética), empregava amplamente táticas terroristas, especialmente contra camponeses que se recusavam a entregar seus grãos ao governo.[58] Ao iniciar a NEP (Nova Política Econômica), Lenin declarou: "É um erro pensar que a NEP pôs fim ao terrorismo. Voltaremos ao terrorismo, e será um terrorismo econômico".[59]

Vietnã

Durante a Segunda Guerra Mundial, o comunista Việt Minh travou uma campanha de guerrilha liderada por Ho Chi Minh contra as forças de ocupação japonesas e, após a rendição do Japão, contra as forças do colonialismo francês. Essa insurreição continuou até 1954, quando o Việt Minh converteu-se em VC (Vietcongue), que lutou contra o governo do Vietnã do Sul e as forças estadunidenses durante a Guerra do Vietnã.[60] Essas campanhas envolveram o terrorismo, resultando na morte de milhares de pessoas.[61] [62] Embora um armistício tenha sido assinado entre o Việt Minh e a França em 1954, as ações terroristas continuaram.[63] Carol Winkler escreveu que, na década de 1950, o terrorismo vietcongue era abundante no Vietnã do Sul, com líderes políticos, chefes de província, professores, enfermeiros, médicos e membros das forças armadas sendo alvos. Entre 1965 e 1972, os terroristas vietcongues mataram mais de 33.000 pessoas e sequestraram outros 57.000.[64] [65] As ações terroristas em Saigon foram descritas por Nghia M. Vo como "longas e assassinas". Nessas campanhas, o primeiro-ministro do Vietnã do Sul, Trần Văn Hương, foi alvo de uma tentativa de assassinato; só em 1964, os vietcongues realizaram 19.000 ataques a alvos civis.[66]

Criança vítima do massaccre de Đắk Sơn.

historiador e ex-analista do Departamento de Estado dos EUADouglas Pike, chamou o Massacre de Huế de uma das piores ações terroristas comunistas da Guerra do Vietnã.[67] As estimativas das perdas no massacre foram citadas em até 6.000 mortos.[68] [69] O Exército dos Estados Unidos registrou "3800 mortos em Huế e arredores, 2786 civis confirmados massacrados, 2226 civis encontrados em valas comuns e 16 civis não-vietnamitas mortos."[70] Enquanto alguns historiadores afirmam que a maioria dessas mortes ocorreu como como resultado do bombardeio americano na luta pela retomada da cidade, a grande maioria dos mortos foi encontrada em valas comuns fora da cidade.[71] Benjamin A. Valentino estimou que, entre 45.000 e 80.000 pessoas foram mortas pelo terrorismo do VC, entre 1954 e 1975.[49]

Douglas Pike também definiu o massacre de Đắk Sơn, no qual os vietcongues usaram lança-chamas contra civis na aldeia de Đắk Sơn, matando 252, como um ato terrorista.[72] Em Maio de 1967, o Dr. Tran Van-Luy relatou à Organização Mundial da Saúde "que nos últimos 10 anos, terroristas comunistas haviam destruído 174 dispensários, maternidades e hospitais".[73] Ami Pedahzur escreveu que "o volume total e a letalidade do terrorismo vietcongue rivaliza ou supera tudo menos umas poucas campanhas terroristas (por exemplo, ArgéliaSri Lanka) travadas no último terço do século XX",[74] e que o VC empregava o terrorismo suicida como uma forma de propaganda pelo ato.[75] Arthur J. Dommen escreveu que a maioria dos mortos devido ao terrorismo do VC eram civis, presos em emboscadas enquanto viajavam de ônibus, e que o grupo incendiou vilarejos e recrutou membros à força.[76]

Ver também

Referências

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    (...) "Essa moçada que diz que combatia em nome da democracia era financiada por regimes totalitários descarados e, se vencessem naquele momento histórico, seríamos hoje uma grande Cuba." 
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Terrorismo_comunista [9.mai.2020]


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